sexta-feira, 24 de julho de 2009

JESUS: O Bom Pastor.

Marcas de um Bom Pastor.(Jô 10:1-18), (Ez 34:11-16), (Lc 15).

1- Tem voz de comando, tem direção e suas ovelhas ouvem sua voz.
2- Anda adiante das ovelhas para ter a certeza que o caminho é seguro.
3- Alimenta, ensina e exorta porquê ama.
4- Dá a vida por suas ovelhas com tempo e disposição.
5- Conhece suas ovelhas.
6- Guarda, cuida e protege suas ovelhas.
7- Preocupa-se quando perde uma ovelha, busca, recupera, fortalece.

Marcas de uma Boa Ovelha.

1- Ouve e obedece a voz de seu pastor.
2- Não reconhece a voz de estranhos.
3- Segue o caminho que o pastor mostra e tem segurança.
4- Ouve o ensinamento, aceita e aplica o que aprendeu.
5- Dedica tempo, amor, transparência e confiança.
6- Conhece o seu pastor tem intimidade e acredita nele.

Pr.(a) Lina Fidelis

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Jesus, o líder perfeito


Fp 3 / Gl 2:20

Nosso alvo é parecer com Jesus. Somos imitadores dele. Queremos conhecê-lo, queremos que ele viva em nós. Queremos ser líderes como ele. Olho para Jesus e vejo nele as marcas do líder que eu quero ser:

Jesus era Humilde. Humilde é o contrário de arrogante. Tipos de arrogância: a posição que ocupo, o conhecimento que tenho, as riquezas que possuo, e a arrogância espiritual – eu oro muito, eu jejuo, eu sou santo, eu já li a Bíblia tantas vezes, eu sou doutor em teologia, eu trabalho mais que os outros na igreja (a mais absurda de todas! Ver I Co 4:7). Não confundir humildade com sonseira ou timidez. Humildade é reconhecer sua posição, saber que Deus é a fonte de tudo que somos e temos.
Jesus era confiável. Precisamos ser pessoas previsíveis, estáveis. Gente inconstante não influencia ninguém. Não podemos ser pessoas que tem “fases”, como a lua. Jesus é o Sol da Justiça, não a lua da justiça!
Jesus era reservado, contido. Ele não queria aparecer. Ele só queria cumprir sua missão. Ele tinha domínio próprio. Quem não tem domínio próprio, muitas vezes tem um demônio próprio.
Jesus orava, e muito. Leia os evangelhos e veja quantas vezes ele aparece orando. Jesus dependia do Pai.
Jesus lia. Líderes que não lêem não crescem, são enfadonhos, sem conteúdo. Como ele sabia tanto da Palavra de Deus? Por lê-la! Lc 4:16-17
Jesus era apaixonado por gente. Ele procurava as pessoas, ele as servia, ele não fugia delas.
Jesus era sincero. Ele falava a verdade, sempre. Falava não o que as pessoas queriam ouvir, mas o que precisavam ouvir.
Jesus tinha uma visão dada por Deus. Ele sabia o propósito de sua vida. Por isto podia dizer sim mesmo quando sua vontade dizia não, e dizer não pra coisas que o afastavam da vontade do Pai (Jo 12:20-32). Jesus completou sua missão na terra (Jo 17:4)! Paulo também (II Tm 4:7). E nós?

Pr.Onésimo Ferraz

terça-feira, 9 de junho de 2009

ENDEREÇO E VISÃO DO MINISTÉRIO CAMINHO SANTO.

ENDEREÇO E TELEFONES

Av. Terezinha de Morais.Qd 195.Lt. 17.Parque Amazônia.Goiânia-GO

Próximo à Praça da Feira.

Fone:(62) 39543246 / 32483246


NOSSA VISÃO

Nossa visão é adorar a Deus com paixão, cuidar uns dos outros em amor e servir à nossa geração com o máximo de nosso potencial, edificando discípulos de Jesus em cada casa e contribuindo para a unidade e crescimento do corpo de Cristo em todas as nações.

Pr.Onésimo Ferraz.

MARCAS DO DISCIPULADOR:


Antes de tudo, ele é um discípulo!

1. O discipulador ama seus discípulos (Jo 13:1). Por isto, ora por eles, disciplina, elogia, repreende, serve... faz tudo que um pai que ama faz por seus filhos.

2. O discipulador não é perfeito, mas é um modelo; ele se esforça para ser modelo digno. I Co 11:1. A questão das expectativas. Quando eu era mais jovem, tinha meus super-heróis, homens que eu admirava e considerava perfeitos. Eu queria ser como eles, portanto também me esforçava para ser perfeito. À medida em que o tempo passava, descobri que nem eu conseguia ser perfeito – às vezes era um perfeito fracasso em certas áreas! – como também fui me desiludindo com meus super-heróis, um por um. Hoje, ainda tenho meus heróis, mas eles não são super; são de carne e osso, sei que erram, assim como eu. Só sobrou um super-herói: Jesus!

3. O discipulador não é onipresente, é apenas disponível. Corremos atrás do novo convertido. O líder corre atrás de nós. Você não dá comida na boca de um adulto; você o ensina a cozinhar. Veja Jesus no barco, durante a tempestade.

4. O discipulador ensina a Palavra aos discípulos (Jo 17).

5. O discipulador não é imediatista; ele tem visão de longo prazo. É necessário paciência. Um provérbio chinês: “se sua visão é para um ano, plante trigo; se sua visão é para uma década, plante árvores; se sua visão é para toda a vida, plante pessoas”. SE sua visão é para gerações, plante líderes!

Pr.Onésimo Ferraz

MARCAS DO DISCÍPULO


Podemos destacar pelo menos 3 tipos de pessoas com relação ao nível de proximidade de Jesus: a multidão, os seguidores e os discípulos.
A multidão só quer bênção, não quer compromisso. O seguidor anseia por algo mais, mas ainda não se resolveu a pagar o preço (ex.: Nicodemos). Somente o discípulo segue o Mestre. E mesmo entre os discípulos, há níveis diferentes de fome, de entrega, de fé, de proximidade do Mestre. Jesus abençoava a multidão, conversava com os seguidores e se dava aos discípulos. Sua prioridade era os discípulos. Que tipo de cristão é você?
A principal obra de Jesus sobre a terra foi fazer discípulos. Ele dedicou-se a 12 homens, aos quais transmitiu sua vida, sua unção, sua revelação, seu amor. Eles deram seqüência ao ministério de Jesus. Jesus tinha mais de 12 discípulos, só que os 12 ele chamou de apóstolos. Foram seus enviados.
Olhe pra o mandamento de Jesus (Mt 28:18-20). O que é guardar todas as coisas que Jesus ordenou? Uma delas é fazer discípulos. JESUS MANDOU FAZER DISCÍPULOS. Se não fizermos discípulos, não somos discípulos. Podemos até ser multidão ou seguidores, mas só seremos discípulos se fizermos o que Ele mandou fazer. Portanto precisamos aprender a ser e a fazer discípulos de Jesus.
Nestes dias vamos olhar para o modo como Jesus fez discípulos e aprender como ser discípulo e como fazer discípulos.

MARCAS DE UM DISCÍPULO:

1. O discípulo não é um aluno, ele é um seguidor. Ele entende que precisa seguir o mestre. Ninguém vai resolver sua vida, você tem que renunciar, e seguir. Você tem que tomar a iniciativa. Esta é a Visão do MCS sobre discipulado e pastoreamento. Lc 5:1-11
2. O discípulo não sabe tudo, mas é ensinável. Ele entende que precisa aprender a ser como o mestre. Quem tem síndrome de Salomão não pode ser discípulo. Lc 11:1
3. O discípulo não é uma réplica, é uma imitação. O discipulado respeita a individualidade. Não há fórmulas. Cada um é de um jeito. Olhe os 12 de Jesus! I Co 11:1
4. O discípulo não entende tudo, mas é submisso. Ele abraça a visão do mestre. O discípulo não é independente, ele presta contas. Ele é transparente. Ele tem compromisso. Ele é fiel. O discípulo, quando confrontado, submete e responde. O seguidor vai embora. A multidão crucifica. Jo 6:67-69
5. O discípulo pode ou não ser um amigo, mas ele é um servo. Começa como um servo, termina como um amigo. Ser servo é mais importante que ser amigo, para o discipulado funcionar. Familiaridade gera desdém. Jo 13, 15
Quem é você? Multidão, seguidor, ou discípulo?
Alguém pode perguntar: como ser discípulo de Jesus, se Ele não está aqui? Sendo discípulo de alguém que já é discípulo dele!


Pr.Onésimo Ferraz

domingo, 17 de maio de 2009

A PEDAGOGIA DE JESUS

Todo discípulo de Jesus precisa ensinar, em algum nível (I Tm 3:2 / Mt 28:18-20). E se queremos aprender a ensinar, nada melhor que aprender com o Mestre.
Acredito que aprender a ensinar é essencial na formação intelectual de qualquer líder de qualidade. Todos já tivemos ou já ouvimos falar de um professor que “sabe muito, mas não sabe ensinar”. Não podemos ser assim. Se não ensinarmos o que sabemos, como levar adiante o nosso trabalho? Nossa influência será limitada à nossa presença pessoal, àquilo que pudermos gravar ou transmitir, e à duração de nossa vida. Imagine se Jesus não tivesse ensinado seus discípulos. Não creio que sua obra teria alcançado o que alcançou, mesmo que Ele tivesse escrito muitos livros. Jesus sabia que o melhor era reproduzir-se a si mesmo, através do ensino, na vida de seus seguidores. Assim, vamos olhar para a pedagogia do Mestre, e aprender com ele.
1. Jesus gerava desejo de aprender (Lc 11:1). Princípio zero do ensino eficaz: espere o aluno ter fome antes de alimentá-lo. Como Jesus gerou fome em seus discípulos? Vivendo em um nível acima do que eles viviam. Eles já eram judeus fiéis ao Deus de Israel, e com certeza sabiam orar. Mas eles perceberam que Jesus tinha algo a mais: intimidade com o Pai. Se quisermos que as pessoas desejem aprender conosco, precisamos viver vidas que, quando observadas, gerem fome e sede de Deus. Não podemos ser professores de teoria.
2. Jesus era fiel à Palavra de Deus (Jo 7:16). Se Ele, o Filho de Deus, dependia tanto da Palavra do Pai para ensinar, quem somos nós para não fazer o mesmo? Precisamos alimentar as pessoas com comida nutritiva. Quanto tempo você gasta alimentando sua própria mente com a Palavra de Deus? Quantos bons livros você lê por ano? Quanto tempo faz que você não vai a uma conferência ou faz um curso para se reciclar?
3. Jesus ensinava expondo as Escrituras (Lc 24:32,45). Os corações de seus ouvintes ardiam de modo diferente ao ouvir as mesmas palavras que eram pregadas todo sábado nas sinagogas. Por que seus alunos ficavam incendiados ao ouvi-lo? Uma das razões, sem dúvida, é que Ele falava mostrando o plano de salvação ao longo das Escrituras. A Lei e os Profetas deixavam de ser meros conjuntos de preceitos religiosos e tornavam-se a história do amor de Deus pelo homem, culminando na própria pessoa de Jesus. Ame a Palavra, e ensine-a com paixão. Modismos passam, teologias mudam de geração em geração, mas a Palavra de Deus permanece para sempre! Ela é fogo que inflama o coração do pregador, e depois, dos que o ouvem.
4. Jesus ensinava fazendo perguntas (Mc 3:4; 8:27; 11:30; 12:16). Veja nos evangelhos quantas vezes Jesus usou uma pergunta para introduzir seu ensino. A vantagem óbvia desse método é que o ouvinte é levado a pensar sobre o assunto, e sua resposta o envolve pessoalmente no ensino.
5. Jesus ensinava em qualquer lugar (Mc 4:1). Nas sinagogas, no templo, nas ruas, na praia, nos campos, junto a um poço, Jesus não esperava condições ideais para ensinar. Onde houvesse gente, o Mestre detectava as necessidades e ministrava seu ensino. Suas aulas eram contextualizadas na própria realidade das pessoas.
6. Jesus ensinava usando ilustrações da vida das pessoas (Mt 6:26-30). Lembro-me de que no ano de 1992, durante uma viagem missionária aos povos ribeirinhos que vivem na bacia do Amazonas, um amigo foi muito bem-sucedido ao pregar sobre a pesca maravilhosa, usando ilustrações de fácil compreensão para aquelas pessoas que têm na pesca um meio de subsistência. Sua pregação os atraiu simplesmente por falar de algo que era parte de seu cotidiano. Assim era o ensino do Mestre: totalmente situado na realidade de seus ouvintes.
7. Jesus ensinava por compaixão (Mc 6:34). A motivação de Jesus era seu amor pela humanidade. A dos religiosos que ensinavam nas sinagogas era a manutenção das tradições que faziam deles uma classe dominante. E nós, por que ensinamos? Por orgulho, por obrigação, por dinheiro, para sermos famosos e reconhecidos? Cristo ensinava por ter compaixão da miséria espiritual das pessoas. Seu ensino transpirava amor e sincera preocupação com as vidas.
8. Jesus ensinava objetivamente (Mc 12:38). O Senhor não suavizava os problemas. Não polia o discurso por medo de ofender alguém. Não “enrolava” os ouvintes, enfadando-os com falatórios incompreensíveis. Penso que devemos buscar sempre ensinar com a máxima objetividade e simplicidade possível. Já há muito “blá-blá-blá” inútil por aí, nas igrejas e palanques da nação, sem falar na mídia em geral. Ninguém gosta de ouvir uma mensagem confusa, nebulosa, cheia de subentendidos e mal-entendidos. As palavras dos que ensinam a Bíblia devem ser claras, simples e precisas, como parafusos bem apertados em sua própria rosca, e não como pregos batidos aleatoriamente.
9. Jesus ensinava confrontando o erro (Mt 22:29). A Verdade expõe a mentira, a Luz expõe as trevas. O verdadeiro ensino bíblico deve confrontar direta e claramente o erro. Isto só pode ser feito por pessoas que conhecem solidamente as Escrituras, e que têm um íntimo relacionamento com seu Autor. Por quê? Porque estas eram as características de Jesus.
10. Jesus “ensinava como quem tem autoridade” (Mt 7:29). Este é um dos maiores contrastes entre Jesus e os escribas, os mestres religiosos de seus dias. Ainda hoje, há muitos que ensinam; mas quantos possuem vidas coerentes com seu ensino? Quantos tem um caráter que sirva de lastro à sua pregação? Esta é uma poderosa fonte de autoridade: estar empenhado em viver o que se prega. E isto só pode ser verdadeiramente mensurado com o passar do tempo. O verdadeiro teste de qualquer ministério é sua regularidade ao longo dos anos, testado pelo mais impiedoso dos juízes: a avaliação das pessoas. Que possamos viver vidas irrepreensíveis que nos autorizem a enfrentar destemidamente a opinião pública como fez Samuel (I Sm 12:3).
11. Jesus ensinava ancorado na prática pessoal (At 1:1). Primeiro Ele fazia, depois ensinava. É o oposto da famosa máxima “faça o que mando, não faça o que faço”, seguida infelizmente por muitos líderes evangélicos. Por exemplo, falamos tanto sobre perdão, porém temos que admitir que existem muitos pastores rancorosos e amargurados, que nunca perdoam ninguém. As ovelhas vêem esse comportamento incoerente, e o evangelho perde a credibilidade. Jesus ensinou sobre perdoar os inimigos, e viveu a prática disto até às últimas conseqüências. Assim devemos ser: ler a Palavra não para arrancar dela mais um sermão para as pessoas, mas para mudarmos nossa própria vida primeiro, e depois compartilhar o que temos aprendido do Senhor.
12. Jesus ensinava contando histórias (Mc 4:2). O Mestre amava contar histórias. O povo amava ouvi-las. Isto não mudou até hoje, nem nunca mudará. Observe o povo durante uma pregação: por mais desinteressadas que estejam, as pessoas “se ligam” assim que o pregador começa a contar uma história. Ao ouvir uma boa história, aprendemos nos divertindo, sem perceber que estamos aprendendo. Princípios e valores são inculcados na memória indelevelmente, de forma muito mais agradável que uma exposição didática. Jesus sabia também que uma história separa quem realmente quer ouvir e entender de quem não quer. Nas palavras de Charles Colson: “Apenas pensemos na maneira efetiva de Jesus no uso de imagens e histórias. Ele poderia ter somente dito: ‘cuidem do povo que está ferido e vitimizado’. Ao invés disso, contou a história do bom samaritano. Ele poderia ter apenas dito: ‘Deus perdoa seus pecados’. Ao invés disso, contou a parábola do filho pródigo. Por quê? Por que uma história atinge aspectos da verdade que estão além do poder do ensino didático. Símbolos, metáforas, alegorias e imagens afetam a pessoa inteira – as emoções e os sentidos tanto quanto o intelecto.” 1 O bom professor coleciona histórias folclóricas, casos interessantes do passado e da atualidade, fábulas, contos infantis, filmes e quaisquer outras fontes de ilustração, para auxiliar no ensino da Palavra Eterna.
13. Jesus ensinava no nível dos ouvintes (Mc 4:33). Um princípio óbvio, insistentemente ignorado por muitos. A verdadeira sabedoria não é arrotar conhecimentos numa linguagem estranha aos ouvintes, mas falar-lhes como eles falam. As pessoas “desligam” imediatamente quando não estão entendendo o discurso de quem ensina. O bom professor deve estar atento aos seus ouvintes, verificando sempre se eles estão compreendendo o ensino.
14. Finalmente, Jesus alertou para as marcas dos falsos mestres (Mt 23:1-7). Eles ensinam e não vivem; eles oprimem as pessoas com padrões irreais de comportamento, legalistas e carregados de misticismo absurdo; eles ensinam para serem louvados pelos homens; e eles amam, acima de tudo, as distinções e títulos pomposos. Precisamos fugir dessas atitudes malignas, e buscar as características do nosso amado Mestre, Jesus de Nazaré.


1. COLSON, Charles & PEARCEY, Nancy. E agora como viveremos? Rio de Janeiro: CPAD, 2000.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

“Jesus Cristo é o mesmo Ontem, Hoje e para Sempre”


E lhe porás o nome de Jesus, Príncipe da Paz, Deus Forte, Maravilhoso, Conselheiro, Pai da Eternidade, Santo de Deus, Cordeiro de Deus, Autor da Vida, Senhor Deus, Todo-Poderoso, Leão da Tribo de Judá, Raiz de Davi, Verbo da Vida, Autor e Consumador da Fé, Advogado, o Caminho, Sol Nascente, Senhor de Todos, Eu Sou, Filho de Deus, Pastor e Bispo das Almas, Messias, a Verdade, Salvador, Pedra Angular, Rei dos Reis, Reto Juiz, Luz do Mundo, Cabeça da Igreja, Estrela da Manhã, Sol da Justiça, Senhor, Jesus Cristo, Supremo Pastor, Ressurreição e Vida, Plena Salvação, Guia, O Alfa e o Ômega. Adão, Amém, Apóstolo de nossa confissão, Braço do Senhor, Autor da Eterna Salvação, Príncipe da Criação de Deus, Filho Amado, Bendito e Único, Soberano, Renovo, Pão da Vida, Autor da Salvação, Supremo Pastor, Cristo de Deus, Consolação de Israel, Pedra de Esquina, Criador, Libertador, Desejado de todas as Nações, Porta, Eleito de Deus, Testemunha Fiel, Primeiro e Ultimo, Primogênito, Precursor, Glória do Senhor, Deus, Deus Bendito, Bom Pastor, Grande Sumo-Sacerdote, Cabeça da Igreja, Herdeiro de Tudo, Santo Servo, Santo, Santo de Israel, Salvação, Imagem de Deus, Emanuel, Jesus de Nazaré, Juiz de Israel, Justo, Rei, Rei dos Séculos, Rei dos Judeus, Rei das Nações, Legislador, Cordeiro, Príncipe, Vida, Luz do Mundo, Senhor de Todos, Senhor da Glória, Senhor dos Senhores, Senhor Justiça Nossa, Homem de Dores, Mediador, Mensageiro da Aliança, Messias, Deus Poderoso, Poderoso, Nazareno, Filho Unigênito, Nossa Páscoa, Príncipe dos Reis, Príncipe da Vida, Profeta, Redentor, Rocha, Rosa de Sarom, Salvador, Semente da Mulher, Siló, Filho de Deus Bendito, Filho de Davi, Filho do Altíssimo, Filho do Homem, Verdadeira Luz, Videira Verdadeira, Verdade, Testemunho, Palavra, Palavra de Deus.

Pr. Onésimo Ferraz