Deus está nos chamando a orar. Ele espera que sua igreja seja chamada casa de oração (Is 56:7). Nós já vimos como devemos orar, por quem devemos orar, e hoje veremos algumas orações que devemos fazer. Veremos isto estudando orações que Jesus e Paulo fizeram e ensinaram a fazer:
Mt 9:38 – Jesus nos mandou orar por mais trabalhadores (Lc 6:12-13). Precisamos orar por mais líderes de células, por mais anfitriões, por mais pessoas envolvidas em ministérios, por gente disposta a se gastar para servir a Deus e ampliar o reino.
Mt 26:41 – Jesus nos disse para orarmos para não cair em tentação. Em nossos dias esta oração é ainda mais necessária! Santidade se conquista orando.
Mc 9:29 – Jesus deixou claro que é preciso orar para libertar cativos. A falta de poder da igreja é resultado da falta de oração.
Jo 17 – a maior oração de Jesus que foi registrada é por uma única coisa: unidade! Isto mostra o quanto unidade é importante para o Senhor. Precisamos orar por unidade, e sermos a resposta desta oração.
E quanto a Paulo? Se analisarmos suas orações, veremos que ele não ora por crescimento da igreja, por prosperidade, por nada do que costumamos orar hoje. Ele basicamente ora para que a igreja tenha revelação de Jesus e seja cheia de amor. Observe:
Ef 1:15-19 – por revelação de Jesus para a igreja
Ef 3:14-19 – por revelação do amor de Jesus
Fp 1:19 – por mais amor
Cl 1:9-12 – por revelação da vontade de Deus
Vemos assim que o líder deveria orar para que seu rebanho tenha revelação de Deus. Se tivermos revelação, seremos transformados, e seremos vitoriosos.
Resumindo: a igreja precisa orar por unidade, por revelação, por santidade, por poder para libertar os oprimidos, e por mais trabalhadores. Estas são prioridades para Deus. Será que são pra nós? O quanto oramos por elas mostra se sim ou não.
Pr.Onésimo Ferraz e Pr.Renner Fidelis
segunda-feira, 26 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Pedir, buscar, bater
18/04 – Pedir, buscar, bater – Mt 7:7-11
Neste ensino, Jesus mostra que a oração é o modo como Deus quer que nos relacionemos com Ele, e o meio de buscarmos nele o suprimento de nossas necessidades.
Deus é retratado como nosso Pai, e sua bondade é colocada em evidência pelo contraste com nossa maldade. O argumento de Jesus é simples: se nós, seres imperfeitos, não damos a nossos filhos coisas que lhes façam mal, muito menos o Pai Celeste fará isto; Ele só nos dará coisas boas! Precisamos entender isto: Deus é bom! Deus nos ama e tem o melhor para nós. Ele é um pai perfeito. Ele só quer coisas boas para nós. Se pensarmos no melhor dos pais, um homem apaixonado por seus filhos, ainda estaremos longe de imaginar o amor do Pai Celeste. Ele dará bens aos seus filhos, simplesmente porque os ama! Deus tem muitos bens reservados para nós!!! Aleluia!!!
Mas nós temos que pedir. Não porque o Pai não saiba o que precisamos, mas porque Ele quer se relacionar conosco. Jesus garante que nossas orações serão respondidas. Mas temos que pedir, temos que buscar, temos que bater.
1. Pedir, no grego significa rogar, suplicar, como um viajante pede informação do caminho. Significa pedir insistentemente, especificamente.
2. Buscar significa investigar, perguntar, procurar algo de valor que foi perdido, ou que se deseja muito. Devemos buscar soluções, mudanças, respostas de Deus.
3. Bater significa chamar, golpear, agir fisicamente. É o que faz alguém que deseja entrar por uma porta que está fechada. Ele bate, ele força.
Estes três verbos transmitem a ideia de uma escala crescente de intensidade. Jesus ensina basicamente que se queremos algo de Deus, devemos ser intensos em nossa oração. Clamar com intensidade, pedir como quem realmente deseja receber. Será que oramos desta maneira? Somos realmente intensos ao pedir as coisas ao Pai Celeste? Muitas vezes oramos por orar, falamos da boca pra fora, não cremos realmente…
Jesus garante que o que pede, recebe (de Deus, é claro); o que busca, encontra (a Deus); e ao que bate, lhe será aberta (a porta que Jesus abre e que ninguém fecha). Em Marcos 10:46-52 temos o exemplo de um homem que pediu, buscou e bateu, até receber o seu pedido.
Bartimeu, cego mendigo, que vivia marginalizado, um dia sentiu a oportunidade de ter sua vida mudada: ele ouviu que Jesus passava por ali. Ele então começa a pedir que Jesus tivesse misericórdia dele. As pessoas o repreendem – porque sempre haverá alguém para tentar nos fazer desistir quando começamos a pedir algo a Deus, mas ele então começa a buscar, a clamar com mais intensidade. Quando Jesus o chama, ele então bate à porta, que é Jesus. Ele age fisicamente, ele se levanta, ele toma uma posição. Ele não fica só pedindo, ele tira de si a capa empoeirada de mendigo, e se levanta para falar com o Senhor. Este ato de tirar a capa, se levantar e ir ter com Jesus (v. 50) significa tanto! Significa abandonar velhas posturas, velhas identidades, velhas crenças, e tomar uma nova atitude, uma atitude de fé, de confiança, de ousadia, e ir encontrar com Jesus.
O Mestre lhe pergunta, que queres que eu te faça, não porque não soubesse, mas porque está testando a convicção e as prioridades de Bartimeu. Quantos cegos em nossos dias não diriam algo como: Mestre, eu queria uma casa no condomínio fechado? Ou talvez: Senhor, me dê um carro zero! Ou ainda: Senhor, me faça ganhar muito dinheiro! Estão cegos, mas tem outras prioridades. Mas não Bartimeu: ele sabia exatamente o que queria: Mestre, que eu torne a ver. Imediatamente Jesus lhe deu o que ele pediu.
Hoje estamos aqui para pedir, para buscar, para bater. Vamos fazer isto?
Pr.Onésimo Ferraz e Pr.Renner Fidelis
Neste ensino, Jesus mostra que a oração é o modo como Deus quer que nos relacionemos com Ele, e o meio de buscarmos nele o suprimento de nossas necessidades.
Deus é retratado como nosso Pai, e sua bondade é colocada em evidência pelo contraste com nossa maldade. O argumento de Jesus é simples: se nós, seres imperfeitos, não damos a nossos filhos coisas que lhes façam mal, muito menos o Pai Celeste fará isto; Ele só nos dará coisas boas! Precisamos entender isto: Deus é bom! Deus nos ama e tem o melhor para nós. Ele é um pai perfeito. Ele só quer coisas boas para nós. Se pensarmos no melhor dos pais, um homem apaixonado por seus filhos, ainda estaremos longe de imaginar o amor do Pai Celeste. Ele dará bens aos seus filhos, simplesmente porque os ama! Deus tem muitos bens reservados para nós!!! Aleluia!!!
Mas nós temos que pedir. Não porque o Pai não saiba o que precisamos, mas porque Ele quer se relacionar conosco. Jesus garante que nossas orações serão respondidas. Mas temos que pedir, temos que buscar, temos que bater.
1. Pedir, no grego significa rogar, suplicar, como um viajante pede informação do caminho. Significa pedir insistentemente, especificamente.
2. Buscar significa investigar, perguntar, procurar algo de valor que foi perdido, ou que se deseja muito. Devemos buscar soluções, mudanças, respostas de Deus.
3. Bater significa chamar, golpear, agir fisicamente. É o que faz alguém que deseja entrar por uma porta que está fechada. Ele bate, ele força.
Estes três verbos transmitem a ideia de uma escala crescente de intensidade. Jesus ensina basicamente que se queremos algo de Deus, devemos ser intensos em nossa oração. Clamar com intensidade, pedir como quem realmente deseja receber. Será que oramos desta maneira? Somos realmente intensos ao pedir as coisas ao Pai Celeste? Muitas vezes oramos por orar, falamos da boca pra fora, não cremos realmente…
Jesus garante que o que pede, recebe (de Deus, é claro); o que busca, encontra (a Deus); e ao que bate, lhe será aberta (a porta que Jesus abre e que ninguém fecha). Em Marcos 10:46-52 temos o exemplo de um homem que pediu, buscou e bateu, até receber o seu pedido.
Bartimeu, cego mendigo, que vivia marginalizado, um dia sentiu a oportunidade de ter sua vida mudada: ele ouviu que Jesus passava por ali. Ele então começa a pedir que Jesus tivesse misericórdia dele. As pessoas o repreendem – porque sempre haverá alguém para tentar nos fazer desistir quando começamos a pedir algo a Deus, mas ele então começa a buscar, a clamar com mais intensidade. Quando Jesus o chama, ele então bate à porta, que é Jesus. Ele age fisicamente, ele se levanta, ele toma uma posição. Ele não fica só pedindo, ele tira de si a capa empoeirada de mendigo, e se levanta para falar com o Senhor. Este ato de tirar a capa, se levantar e ir ter com Jesus (v. 50) significa tanto! Significa abandonar velhas posturas, velhas identidades, velhas crenças, e tomar uma nova atitude, uma atitude de fé, de confiança, de ousadia, e ir encontrar com Jesus.
O Mestre lhe pergunta, que queres que eu te faça, não porque não soubesse, mas porque está testando a convicção e as prioridades de Bartimeu. Quantos cegos em nossos dias não diriam algo como: Mestre, eu queria uma casa no condomínio fechado? Ou talvez: Senhor, me dê um carro zero! Ou ainda: Senhor, me faça ganhar muito dinheiro! Estão cegos, mas tem outras prioridades. Mas não Bartimeu: ele sabia exatamente o que queria: Mestre, que eu torne a ver. Imediatamente Jesus lhe deu o que ele pediu.
Hoje estamos aqui para pedir, para buscar, para bater. Vamos fazer isto?
Pr.Onésimo Ferraz e Pr.Renner Fidelis
quarta-feira, 24 de março de 2010
COMO DEVEMOS ORAR
Mateus 6:9-14
9 Portanto, vós orareis assim:
Pai nosso, que estás nos céus,
santificado seja o teu nome;
10 venha o teu reino;
faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;
11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje;
12 e perdoa-nos as nossas dívidas,
assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;
13 e não nos deixes cair em tentação;
mas livra-nos do mal
[pois teu é o reinod, o poder e a glória para sempre. Amém]!
14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará;
15 se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.
Orareis assim: Esta oração é formada com uma invocação inicial e sete petições. As três primeiras se referem a Deus (o teu nome, o teu reino, a tua vontade); as outras quatro se referem aos homens, com forma e sentido comunitários (nós).
A chamada oração do “Pai Nosso” deveria ser um estilo de vida pra nós, discípulos de Jesus, pois ele disse vós orareis assim. Infelizmente, nós não damos a ela a devida atenção. E quando lembramos dela, a usamos como uma reza, um amontoado de frases decoradas. Temos falhado em compreender e em orar como Jesus nos ensinou. Hoje estudaremos um pouco sobre o modelo de oração que Jesus nos deu, com a esperança de nos aproximarmos mais de nosso Pai que está no céu.
Nossa ênfase será no tema que está implícito em toda a oração: a santidade do Senhor.
O verdadeiro adorador compreende que Deus é santo. E assim, sua oração é permeada por humildade e arrependimento. Se há algo que não combina com oração é arrogância. Quando reconhecemos a santidade do Senhor, a única opção que nos resta é o arrependimento. Arrependimento é algo que as pessoas nao gostam. Arrependimento dói, humilha. Mas é algo tão fundamental que permeia toda a oração do Senhor. Veja:
9 Portanto, vós orareis assim:
Pai nosso, que estás nos céus,
santificado seja o teu nome;
Ou seja, que minha vida santifique o teu nome, que eu viva de modo digno do Senhor. Arrependo-me de envergonhar teu nome com minhas falhas.
10 venha o teu reino;
faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;
que tu sejas, de fato, Senhor, e chega de eu buscar minha vontade, eu escolho a tua.
11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje;
Eu me arrependo de minha autossuficiência, eu reconheço que dependo do Senhor em tudo, o tempo todo.
12 e perdoa-nos as nossas dívidas,
assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;
eu me arrependo e confesso meus pecados.
13 e não nos deixes cair em tentação;
mas livra-nos do mal
Reconheço que sou fraco, pecador, sujeito a cair, se o Senhor não me guardar.
[pois teu é o reinod, o poder e a glória para sempre. Amém]!
Eu me arrependo de buscar estas três coisas que pertencem só a ti!
A primeira coisa de que devemos nos arrepender é por orarmos tão pouco, e tão mal, com tantos motivos errados.
Jesus disse orareis, mas não oramos. Ele disse, orareis assim, mas oramos de outras formas; ele nos deu o conteúdo da oração, mas estamos preocupados em pedir outras coisas. Misericórdia!!!
Segundo, devemos entender que o arrependimento é o caminho pra vermos a glória de Deus se manifestando em nossas vidas. Veja Hb 12:14. Este texto pode significar que sem santidade, não iremos pro céu, nunca veremos o Senhor. Ou ainda, que sem santidade ninguém o verá em nossa vida; ou talvez signifique que sem santidade, não veremos a glória do Senhor se manifestando em nossas vidas. Pessoalmente, acredito nas três interpretações.
Terceiro, a oração é coletiva. Os verbos estão no plural. Assim, o arrependimento não deve ser algo apenas pessoal, mas coletivo. Não somos chamados a nos arrepender apenas por nossos pecados individuais, mas pelos pecados de nossas famílias, de nossa nação, de nossa geração, de nossos irmãos. Se estudarmos as orações dos profetas, veremos que eles sempre oravam arrependendo-se por seus antepassados, por sua nação (veja Dn 9). Nesses dias, creio que Deus está nos chamando a chorarmos e arrependermos por tantos pecados que temos cometido individualmente; confessarmos os pecados da igreja do Senhor; confessarmos os pecados de nossas famílias (quais são os pecados mais comuns em sua família?); confessarmos os pecados de nossa cidade, de nossa nação, de nossa geração!
Se começarmos a orar humildemente, expressando o genuíno arrependimento, veremos a glória do Senhor como nunca vimos (II Cr 7:14). Quem está disposto a orar como Jesus nos ensinou? Quem está disposto a arrepender-se por sua falta de oração, por suas orações erradas, por seus pecados, e pelos pecados do nosso povo?
Pr.Onésimo Ferraz e Renner Fidelis
9 Portanto, vós orareis assim:
Pai nosso, que estás nos céus,
santificado seja o teu nome;
10 venha o teu reino;
faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;
11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje;
12 e perdoa-nos as nossas dívidas,
assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;
13 e não nos deixes cair em tentação;
mas livra-nos do mal
[pois teu é o reinod, o poder e a glória para sempre. Amém]!
14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará;
15 se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.
Orareis assim: Esta oração é formada com uma invocação inicial e sete petições. As três primeiras se referem a Deus (o teu nome, o teu reino, a tua vontade); as outras quatro se referem aos homens, com forma e sentido comunitários (nós).
A chamada oração do “Pai Nosso” deveria ser um estilo de vida pra nós, discípulos de Jesus, pois ele disse vós orareis assim. Infelizmente, nós não damos a ela a devida atenção. E quando lembramos dela, a usamos como uma reza, um amontoado de frases decoradas. Temos falhado em compreender e em orar como Jesus nos ensinou. Hoje estudaremos um pouco sobre o modelo de oração que Jesus nos deu, com a esperança de nos aproximarmos mais de nosso Pai que está no céu.
Nossa ênfase será no tema que está implícito em toda a oração: a santidade do Senhor.
O verdadeiro adorador compreende que Deus é santo. E assim, sua oração é permeada por humildade e arrependimento. Se há algo que não combina com oração é arrogância. Quando reconhecemos a santidade do Senhor, a única opção que nos resta é o arrependimento. Arrependimento é algo que as pessoas nao gostam. Arrependimento dói, humilha. Mas é algo tão fundamental que permeia toda a oração do Senhor. Veja:
9 Portanto, vós orareis assim:
Pai nosso, que estás nos céus,
santificado seja o teu nome;
Ou seja, que minha vida santifique o teu nome, que eu viva de modo digno do Senhor. Arrependo-me de envergonhar teu nome com minhas falhas.
10 venha o teu reino;
faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;
que tu sejas, de fato, Senhor, e chega de eu buscar minha vontade, eu escolho a tua.
11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje;
Eu me arrependo de minha autossuficiência, eu reconheço que dependo do Senhor em tudo, o tempo todo.
12 e perdoa-nos as nossas dívidas,
assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;
eu me arrependo e confesso meus pecados.
13 e não nos deixes cair em tentação;
mas livra-nos do mal
Reconheço que sou fraco, pecador, sujeito a cair, se o Senhor não me guardar.
[pois teu é o reinod, o poder e a glória para sempre. Amém]!
Eu me arrependo de buscar estas três coisas que pertencem só a ti!
A primeira coisa de que devemos nos arrepender é por orarmos tão pouco, e tão mal, com tantos motivos errados.
Jesus disse orareis, mas não oramos. Ele disse, orareis assim, mas oramos de outras formas; ele nos deu o conteúdo da oração, mas estamos preocupados em pedir outras coisas. Misericórdia!!!
Segundo, devemos entender que o arrependimento é o caminho pra vermos a glória de Deus se manifestando em nossas vidas. Veja Hb 12:14. Este texto pode significar que sem santidade, não iremos pro céu, nunca veremos o Senhor. Ou ainda, que sem santidade ninguém o verá em nossa vida; ou talvez signifique que sem santidade, não veremos a glória do Senhor se manifestando em nossas vidas. Pessoalmente, acredito nas três interpretações.
Terceiro, a oração é coletiva. Os verbos estão no plural. Assim, o arrependimento não deve ser algo apenas pessoal, mas coletivo. Não somos chamados a nos arrepender apenas por nossos pecados individuais, mas pelos pecados de nossas famílias, de nossa nação, de nossa geração, de nossos irmãos. Se estudarmos as orações dos profetas, veremos que eles sempre oravam arrependendo-se por seus antepassados, por sua nação (veja Dn 9). Nesses dias, creio que Deus está nos chamando a chorarmos e arrependermos por tantos pecados que temos cometido individualmente; confessarmos os pecados da igreja do Senhor; confessarmos os pecados de nossas famílias (quais são os pecados mais comuns em sua família?); confessarmos os pecados de nossa cidade, de nossa nação, de nossa geração!
Se começarmos a orar humildemente, expressando o genuíno arrependimento, veremos a glória do Senhor como nunca vimos (II Cr 7:14). Quem está disposto a orar como Jesus nos ensinou? Quem está disposto a arrepender-se por sua falta de oração, por suas orações erradas, por seus pecados, e pelos pecados do nosso povo?
Pr.Onésimo Ferraz e Renner Fidelis
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
O PRINCÍPIO DO TRABALHO
Vivemos em uma sociedade que vê o trabalho como algo ruim, o trabalho é considerado por muitos como um mal necessário, no mínimo, ou até mesmo como uma maldição, nossa história ensina que trabalho é coisa de “gentinha” (negros, índios), o negócio é levar vantagem, dar um jeito de se dar bem, e deixar os “trouxas” trabalharem. O desejo de muitos é se aposentar aos 50 anos e viver o resto da vida sem ter que trabalhar, mas recebendo a aposentadoria. Outros sonham ser funcionários públicos (pois estes não precisam trabalhar, pensam alguns, e ainda têm a estabilidade, ou seja, podem aprontar, mas não podem ser demitidos), outros ainda sonham serem empresários (neste caso não precisarão trabalhar, só mandar...) e quantos sonham em ganhar na mega-sena para ficarem LIVRES DO TRABALHO E NUNCA MAIS TEREM QUE TRABALHAR. A maldição não é o trabalho, mas o sofrimento ao trabalhar – Gn 3:17-19
Precisamos mudar nossa forma de ver o trabalho, pois é uma benção de Deus para nós, foi Ele quem primeiro trabalhou (GN 02:02) e o estabeleceu para o homem desde o princípio, antes mesmo da queda, e é um princípio para a vida feliz. Vemos em Gn 2:15-18 que Deus estabeleceu o trabalho, a recompensa pelo trabalho, os limites para estas recompensas (você não pode ter tudo que quiser, só porque trabalha) e a necessidade de trabalhar em equipe.
Pesquisas científicas tem demonstrado que trabalhar sempre, em algo que gere desafio e satisfação, é uma das coisas importantes para se ter uma vida longa e saudável.
Muitos pensam que Deus trabalhou, descansou e nunca mais trabalhou, mas a verdade é que Ele trabalha, Jesus declara que o trabalho é divino – Jo 5:17.
Como é nossa atitude ao acordar segunda pela manhã? Louvamos a Deus por ter saúde e por termos um emprego, ou murmuramos algo sobre como é difícil ter que levantar e ir ralar?
Trabalho é algo que Deus recompensa – I Co 3:8
1) Conseqüências da preguiça e o ócio:
1.1 – Advertência de Deus Pv 06:06 e 09
1.2 – Destruição – Ec 10:18
1.3 – Frustração – Pv 13:04; :Pv 20:04
1.4 – Sono e Fome – Pv 19:15
1.5 – Morte – Pv 21:25
1.6 – Repreensão por parte dos pastores – 1 Ts 05:14
1.7 – Se meter onde não é chamado – 2 Ts 03:6-12
1.8 – Fofocas – 1 Tm 05:13
2 ) O trabalho proporciona:
2.1 - Sustento – Is 55:2
2.2 - Realização pessoal, um meio de usar minhas habilidades e sentir-me útil, e um meio para a realização dos meus desejos; ou seja, o trabalho pode ser prazeroso – Ec 2:24; 3:13; 9:9
2.3 - Sucesso e enriquecimento – Pv 13:11
2.4 - Reconhecimento dos outros – Pv 31:31
2.5 - Proveito pessoal e comunitário. Qualquer trabalho honesto é proveitoso, e se for bem feito, traz proveito pessoal e para a comunidade – Pv 14:23. O proveito não é só financeiro, mas também a disciplina que aperfeiçoa o caráter, a mente e o físico.
2.6 - Contribuir com a implantação e expansão do Reino de Deus, o que também gera recompensas naturais e espirituais – Rm 16:12, 1 Co 15:58, Hb 06:10
É preciso equilibrar o trabalho com o descanso (Êx 31:15)
Sl 128:2 – o trabalho é bênção!
Você tem um trabalho a fazer? Faça-o com dedicação, faça-o com gratidão, pois é um presente que Deus te deu. Dele vem o seu sustento, e se você fizer bem feito, será bem recompensado (Pv 22:29).
Precisamos mudar nossa forma de ver o trabalho, pois é uma benção de Deus para nós, foi Ele quem primeiro trabalhou (GN 02:02) e o estabeleceu para o homem desde o princípio, antes mesmo da queda, e é um princípio para a vida feliz. Vemos em Gn 2:15-18 que Deus estabeleceu o trabalho, a recompensa pelo trabalho, os limites para estas recompensas (você não pode ter tudo que quiser, só porque trabalha) e a necessidade de trabalhar em equipe.
Pesquisas científicas tem demonstrado que trabalhar sempre, em algo que gere desafio e satisfação, é uma das coisas importantes para se ter uma vida longa e saudável.
Muitos pensam que Deus trabalhou, descansou e nunca mais trabalhou, mas a verdade é que Ele trabalha, Jesus declara que o trabalho é divino – Jo 5:17.
Como é nossa atitude ao acordar segunda pela manhã? Louvamos a Deus por ter saúde e por termos um emprego, ou murmuramos algo sobre como é difícil ter que levantar e ir ralar?
Trabalho é algo que Deus recompensa – I Co 3:8
1) Conseqüências da preguiça e o ócio:
1.1 – Advertência de Deus Pv 06:06 e 09
1.2 – Destruição – Ec 10:18
1.3 – Frustração – Pv 13:04; :Pv 20:04
1.4 – Sono e Fome – Pv 19:15
1.5 – Morte – Pv 21:25
1.6 – Repreensão por parte dos pastores – 1 Ts 05:14
1.7 – Se meter onde não é chamado – 2 Ts 03:6-12
1.8 – Fofocas – 1 Tm 05:13
2 ) O trabalho proporciona:
2.1 - Sustento – Is 55:2
2.2 - Realização pessoal, um meio de usar minhas habilidades e sentir-me útil, e um meio para a realização dos meus desejos; ou seja, o trabalho pode ser prazeroso – Ec 2:24; 3:13; 9:9
2.3 - Sucesso e enriquecimento – Pv 13:11
2.4 - Reconhecimento dos outros – Pv 31:31
2.5 - Proveito pessoal e comunitário. Qualquer trabalho honesto é proveitoso, e se for bem feito, traz proveito pessoal e para a comunidade – Pv 14:23. O proveito não é só financeiro, mas também a disciplina que aperfeiçoa o caráter, a mente e o físico.
2.6 - Contribuir com a implantação e expansão do Reino de Deus, o que também gera recompensas naturais e espirituais – Rm 16:12, 1 Co 15:58, Hb 06:10
É preciso equilibrar o trabalho com o descanso (Êx 31:15)
Sl 128:2 – o trabalho é bênção!
Você tem um trabalho a fazer? Faça-o com dedicação, faça-o com gratidão, pois é um presente que Deus te deu. Dele vem o seu sustento, e se você fizer bem feito, será bem recompensado (Pv 22:29).
O PRINCÍPIO DA SEMEADURA
Gl 6:6-10
Este é mais um princípio de vida: tudo que fazemos e falamos, é uma semeadura, e volta pra nós como colheita.
Podemos ver este princípio na lei da física (3ª lei de Newton: toda ação gera uma reação de igual valor, porém em sentido contrário), e na natureza, ao observarmos que toda semente produz fruto segundo sua espécie. Gn 1:11
Leis da semeadura:
• Tudo que plantarmos, consciente ou inconscientemente, volta pra nós; então, é preciso avaliar nossas sementes. Ações, palavras e atitudes são sementes. Por exemplo, há pessoas que reclamam de não terem amigos, mas elas não plantam isto na vida de outros. Quem nunca ajuda ninguém, corre o risco de precisar de ajuda e não obter. Outro exemplo: quem vive falando de coisas ruins, falando mal dos outros (o problema é que quem fala mal dos outros para você, fala mal de você para os outros), esta pessoa vai colher maledicência e desconfiança da parte dos outros. Quem é sempre cordial com os outros receberá cordialidade em troca. Já observou que quando você grita com alguém, a tendência é a pessoa gritar mais alto com você? Vejamos Mt 7:12.....esta é a lei e os profetas.
• A colheita tem um tempo (Ec 3:2). Ela na maioria das vezes não é imediata (assim como na natureza), e é isto que leva as pessoas a duvidarem deste princípio. Parte da colheita se dá nesta vida, e parte na eternidade Mt 19:27-29. Por exemplo, todas as boas ações que fazemos, no momento certo, serão revertidas pra nós, nesta vida, e ainda acumulam recompensa nos céus.
• A colheita é sempre maior do que a semeadura (Os 8:7) e (Pv 30:33). Por exemplo, se você plantar um grão de milho, vai colher no mínimo uma espiga, com dezenas de grãos. Então, sempre que for fazer ou falar algo, lembre-se que aquilo voltará pra você multiplicado.
• Deus mesmo se encarrega de fazer funcionar a semeadura (I Co 3:6). A colheita é resultado da bênção de Deus (Gn 26:12-13). Então, muitas vezes semeamos na vida de alguém que sabemos não ter condições de nos devolver, mas Deus fará isto acontecer (Lc 14:12-14 / II Co 9:10).
Nossa semeadura não afeta só a nós, mas também aos que são influenciados por nós (filhos, liderados, funcionários, familiares etc). Todos nós estamos, em alguma medida, colhendo coisas boas e ruins que nossos pais plantaram; e estamos plantando para nossos filhos. Da mesma forma, nossos líderes espirituais plantaram algo em nossas vidas, que hoje estamos colhendo. É isto que chamamos de herança. É muito sério isto. Que tipo de herança estamos deixando pras pessoas que Deus nos confiou?
Às vezes nos perguntamos se vale a pena continuar orando por alguém, ou sendo gentil com alguém que não é, ou servindo fielmente onde aparentemente ninguém vê nossos esforços... hoje eu te digo que vale a pena, você está semeando, não desista antes de colher! (Gl 6:6-10)
Pastores:Onésimo e Renner
Este é mais um princípio de vida: tudo que fazemos e falamos, é uma semeadura, e volta pra nós como colheita.
Podemos ver este princípio na lei da física (3ª lei de Newton: toda ação gera uma reação de igual valor, porém em sentido contrário), e na natureza, ao observarmos que toda semente produz fruto segundo sua espécie. Gn 1:11
Leis da semeadura:
• Tudo que plantarmos, consciente ou inconscientemente, volta pra nós; então, é preciso avaliar nossas sementes. Ações, palavras e atitudes são sementes. Por exemplo, há pessoas que reclamam de não terem amigos, mas elas não plantam isto na vida de outros. Quem nunca ajuda ninguém, corre o risco de precisar de ajuda e não obter. Outro exemplo: quem vive falando de coisas ruins, falando mal dos outros (o problema é que quem fala mal dos outros para você, fala mal de você para os outros), esta pessoa vai colher maledicência e desconfiança da parte dos outros. Quem é sempre cordial com os outros receberá cordialidade em troca. Já observou que quando você grita com alguém, a tendência é a pessoa gritar mais alto com você? Vejamos Mt 7:12.....esta é a lei e os profetas.
• A colheita tem um tempo (Ec 3:2). Ela na maioria das vezes não é imediata (assim como na natureza), e é isto que leva as pessoas a duvidarem deste princípio. Parte da colheita se dá nesta vida, e parte na eternidade Mt 19:27-29. Por exemplo, todas as boas ações que fazemos, no momento certo, serão revertidas pra nós, nesta vida, e ainda acumulam recompensa nos céus.
• A colheita é sempre maior do que a semeadura (Os 8:7) e (Pv 30:33). Por exemplo, se você plantar um grão de milho, vai colher no mínimo uma espiga, com dezenas de grãos. Então, sempre que for fazer ou falar algo, lembre-se que aquilo voltará pra você multiplicado.
• Deus mesmo se encarrega de fazer funcionar a semeadura (I Co 3:6). A colheita é resultado da bênção de Deus (Gn 26:12-13). Então, muitas vezes semeamos na vida de alguém que sabemos não ter condições de nos devolver, mas Deus fará isto acontecer (Lc 14:12-14 / II Co 9:10).
Nossa semeadura não afeta só a nós, mas também aos que são influenciados por nós (filhos, liderados, funcionários, familiares etc). Todos nós estamos, em alguma medida, colhendo coisas boas e ruins que nossos pais plantaram; e estamos plantando para nossos filhos. Da mesma forma, nossos líderes espirituais plantaram algo em nossas vidas, que hoje estamos colhendo. É isto que chamamos de herança. É muito sério isto. Que tipo de herança estamos deixando pras pessoas que Deus nos confiou?
Às vezes nos perguntamos se vale a pena continuar orando por alguém, ou sendo gentil com alguém que não é, ou servindo fielmente onde aparentemente ninguém vê nossos esforços... hoje eu te digo que vale a pena, você está semeando, não desista antes de colher! (Gl 6:6-10)
Pastores:Onésimo e Renner
terça-feira, 29 de setembro de 2009
PRINCÍPIO DE VIDA: OBEDIÊNCIA
• O nosso alfabeto e o alfabeto de Deus.
• “Eis que coloco diante de ti a benção e a maldição...” - Dt 28:1-14 / Dt. 11:26-28
• Obedecer é melhor que sacrificar (louvor, oração, jejum...) - I Sm 15:22
• “...sois meus amigos se...” Jo. 15: 14
• Obedecer nem sempre é fácil – não! Obedecer NÃO é fácil, é difícil! Vai contra nossa natureza, que quer ser independente, “dono do seu próprio nariz”, fazer o que quer, que não quer autoridade.
• Mito: mentira branca – meia mentira ou meia verdade: é mentira.
Obediência parcial é desobediência.
VAMOS LEMBRAR?
• Rei Saul – I Sm 15 (pgs. 339, 340) - obediência parcial.
• Jonas (desobediência total).
Suas experiências o ensinaram que devia escolher o caminho de Deus –
qualquer outro é afligido por sofrimento e tragédia.
1a. – foi a tempestade, (Deus usou Jonas para fazer que marinheiros pagãos passassem a conhece-Lo);
2a. – Jonas 1:17 – o grande peixe – foi o segundo esforço de Deus para leva-lo a obedecer o propósito divino.
• Jesus acalma a tempestade – Mc. 4:35-41 - obediência.
Vers. 35 – Os discípulos obedeceram à ordem de Jesus, “passemos para a outra margem”, quando a tempestade sobreveio.
Obedecer não significa se livrar das tempestades da vida (parece com: ser dizimista = não vou ter problemas financeiros) – mas, quando obedecemos, Jesus está conosco para ajudar-nos a atravessá-los. Algumas vezes Ele nos livra das dificuldades. Outras vezes nos dá graça para suportá-las.
OBEDECER QUEM?
• A Deus – Josué 24:24; Atos 5:29
• À Sua Palavra – I Sm 15:22; Salmo 103:20
• Filhos aos pais – Ef. 6:1
• Servos aos senhores – Ef. 6:5; Cl 3:22; Tt 2:9
• Aos guias – Heb 13:17
• Às autoridades – Tt 3:1
Obedecer traz-nos gozo contínuo de Cristo e nos torna completos – Jo 15:9-11
Pr.Helimênia Liah Ferraz
• “Eis que coloco diante de ti a benção e a maldição...” - Dt 28:1-14 / Dt. 11:26-28
• Obedecer é melhor que sacrificar (louvor, oração, jejum...) - I Sm 15:22
• “...sois meus amigos se...” Jo. 15: 14
• Obedecer nem sempre é fácil – não! Obedecer NÃO é fácil, é difícil! Vai contra nossa natureza, que quer ser independente, “dono do seu próprio nariz”, fazer o que quer, que não quer autoridade.
• Mito: mentira branca – meia mentira ou meia verdade: é mentira.
Obediência parcial é desobediência.
VAMOS LEMBRAR?
• Rei Saul – I Sm 15 (pgs. 339, 340) - obediência parcial.
• Jonas (desobediência total).
Suas experiências o ensinaram que devia escolher o caminho de Deus –
qualquer outro é afligido por sofrimento e tragédia.
1a. – foi a tempestade, (Deus usou Jonas para fazer que marinheiros pagãos passassem a conhece-Lo);
2a. – Jonas 1:17 – o grande peixe – foi o segundo esforço de Deus para leva-lo a obedecer o propósito divino.
• Jesus acalma a tempestade – Mc. 4:35-41 - obediência.
Vers. 35 – Os discípulos obedeceram à ordem de Jesus, “passemos para a outra margem”, quando a tempestade sobreveio.
Obedecer não significa se livrar das tempestades da vida (parece com: ser dizimista = não vou ter problemas financeiros) – mas, quando obedecemos, Jesus está conosco para ajudar-nos a atravessá-los. Algumas vezes Ele nos livra das dificuldades. Outras vezes nos dá graça para suportá-las.
OBEDECER QUEM?
• A Deus – Josué 24:24; Atos 5:29
• À Sua Palavra – I Sm 15:22; Salmo 103:20
• Filhos aos pais – Ef. 6:1
• Servos aos senhores – Ef. 6:5; Cl 3:22; Tt 2:9
• Aos guias – Heb 13:17
• Às autoridades – Tt 3:1
Obedecer traz-nos gozo contínuo de Cristo e nos torna completos – Jo 15:9-11
Pr.Helimênia Liah Ferraz
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
O PRINCÍPIO DA MORDOMIA

Deus é o dono do universo (Sl 24:1). Ele confiou a terra aos seres humanos. Somos mordomos, ou administradores de tudo que pertence ao Senhor.
Se há uma crise em nossa geração, é a crise da irresponsabilidade. Faltam administradores responsáveis. O ser humano não tem sido capaz de administrar nem os recursos do planeta em que vive, nem sua própria vida. Os políticos não administram com responsabilidade os bens do povo que os elege. Deus precisa levantar administradores fiéis em nosso meio.
Onde começou a crise da administração? Gn 1:26-31; 2:15-3:19.
Deus deu a Adão privilégios incríveis: nomear, guardar, cuidar e desfrutar. Mas Adão é o exemplo do administrador irresponsável, que não guardou o jardim, não guardou a esposa, amou mais a esposa do que a Deus e errou conscientemente (I Tm 2:14), fugiu da prestação de contas, culpou a mulher, culpou a Deus e não admitiu seu erro.
Imagine um gerente de uma empresa que recebesse uma loja nova, cheia de recursos e com muitos clientes, para que ele a administrasse. O patrão lhe daria autoridade sobre tudo, liberdade pra trabalhar, um funcionário pra liderar, e um único pedido: seja honesto! O gerente então larga o funcionário sozinho, passando seus dias no escritório curtindo o ar condicionado e a Internet. Um dia ele pega o funcionário roubando dinheiro do caixa. Ao invés de demiti-lo, ele passa a roubar também. Quando o patrão descobre, ele foge. E quando encontrado, joga a culpa no funcionário, e ainda diz pro patrão: foi o senhor quem o contratou!
Tragicamente, até hoje, muitos homens e mulheres estão agindo como Adão, omitindo-se de suas responsabilidades, e administrando mal suas vidas.
Como ser um bom administrador? Lc 12:42-48
1. Saber que tudo que somos, fazemos e temos tem valor pra Deus. Exemplos: nossos filhos não sabem o quanto custou pra nós o atual padrão de vida deles; precisamos ensinar-lhes isto. O mesmo se aplica à igreja: você não sabe o quanto custou aos que vieram antes de você tudo o que estamos vivendo agora. Da mesma forma, sua vida, sua salvação, seus bens e família têm muito valor para Deus.
2. Temos que cuidar de tudo que temos com o máximo de responsabilidade, pois o que temos não é nosso. Como você cuida de algo que não é seu? Exemplo: Como você cuida de um carro emprestado? O tudo que temos que cuidar inclui tudo mesmo, mas vamos dar alguns exemplos:
• O corpo: você cuida de sua saúde? Como anda sua alimentação? E a forma física? Você descansa? Tem vícios? O corpo do cristão pertence ao Senhor (I Co 6:19-20), e o do casado pertence ao cônjuge (I Co 7:4).
• A mente: você tem dado bons alimentos para sua mente? Ou fica só na TV? Quantos livros lê por ano? Está estudando?
• O cônjuge: o que seu esposo(a) responderia se eu lhe perguntasse agora: seu esposo(a) lhe faz feliz? Dt 24:5
• Os filhos: será que já entendemos que não estamos criando filhos pra nós, mas para o Senhor? Há uma frase interessante circulando na Internet: todo mundo falando em deixar um planeta melhor para nossos filhos, mas ninguém fala em deixar filhos melhores para o planeta. Sl 78:4-6 / Pv 22:6 / Ef 6:4
• O dinheiro: esta é uma questão profundamente espiritual. Como lidamos com o dinheiro? Estamos procurando ser bons administradores? Viver livre de dívidas? Gastar menos do que ganhamos? Somos generosos? Fiéis nos dízimos e ofertas? E mais: nosso orçamento é a prova de nossas prioridades.
• Os bens: zelamos por aquilo que Deus tem nos dado? Usamos para sua obra?
• O tempo: o que temos feito com esta dádiva inestimável?
• O ministério: temos dado o melhor pra Deus, ou o que sobra? Somos excelentes, ou relaxados? Jr 48:10
3. Não fugir dos problemas, mas resolvê-los com a ajuda do Senhor. Sempre teremos problemas pra resolver, e a omissão não ajuda em nada.
4. Administrar segundo as regras do dono, não as nossas, e dar lucro a ele. Não dar prejuízo, mas trazer lucro ao dono do que temos. Usarmos o que ele nos permite, com gratidão. Usar, não abusar. Exemplos: Deus é dono de nosso tempo, e nos pediu um dia de cada sete; Deus é dono de nosso dinheiro, e nos pediu o dízimo e as ofertas.
5. Pouco ou muito, fazer o melhor com o que o Senhor pôs em suas mãos. Há pessoas que vivem murmurando que têm pouco, invejando os que têm muito, e não são fiéis no pouco. Nunca serão colocados no muito! Veja Mt 25:21 e Lc 16:10. Precisamos lembrar de José, que foi fiel na escassez e na abundância. Lembrar que bons administradores conquistam a confiança do Senhor. E como o Senhor recompensa os bons administradores? Dá-lhes privilégios e mais responsabilidades! Quanto maior a responsabilidade, maior a cobrança.
Vamos prestar contas um dia. Deus é um investidor inteligente, e ele quer retorno do que tem investido em nós. Receberemos repreensão ou elogio e recompensa. Que tipo de administrador você tem sido?
Pr.Onésimo Ferraz
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